domingo, 8 de maio de 2011

Minha mais nova aquisição


Acho que a maioria das pessoas que me conhecem sabem que eu sou viciada em filmes, uma cinéfila haha e grande fã de Norma Jean Baker (Marilyn Monroe), pois é mais por incrível que pareça eu não tinha nenhum filme dela ainda, como pode ? Eu so tinha visto os filmes pela tv, Telecine Cult pra ser mais exata haha ou pela propria internet. E eu como não resistia entrava sempre na Fnac, ou nas Lojas Americanas para olhar os filmes e não comprava pq tava sem dinheiro. Um dia desses pedi pra minha mãe me dar um livro que fala da vida amorosa dos amantes JFK E MARILYN, tava 20 reais! E juntamente comprei um dos filmes q eu adoro: O pecado mora ao lado, que tem aquela cena meia falsa do vestido. Então estou aqui compartilhando cm vcs. Bjinhos

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Uma coisa sobre fé.

Aqui vai o meu trecho preferido do meu livro de cabeceira da autora Elizabeth Gilbert em Comer, Rezar, Amar que estreia sexta -feira nos cinemas.

'' A busca por Deus é uma reversão da ordem mundial normal, mundana. Na busca por Deus, você se afasta do que atrai e nada em direção àquilo que é difícil. Abandona seus hábitos reconfortantes e conhecidos com a esperança ( a mera esperança!) de que alguma coisa melhor lhe vai ser oferecida em troca daquilo de que você abriu mão. [...] É claro que existem várias escrituras e vários sacerdotes que fazem várias promessas sobre o que suas boas obras irão produzir (ou ameaças em relação às punições que o aguardam, caso você caia em tentação), mas o simples ato de acreditar é um ato de fé, porque nenhum de nós conhece o desfecho. Devoção é diligência sem segurança. A fé é uma forma de dizer ''Sim, aceito previamente a maneira como o universo funciona, e acredito naquilo que hoje sou incapaz de entender.'' Há um motivo pelo qual usamos a expressão ''Salto de fé'' - porque a decisão de aceitar qualquer ideia de divindade é um salto tremendo do racional em direção ao desconhecido, e pouco me importa com quanto afinco os estudiosos de qualquer religião tentem fazer você se sentar junto a suas pilhas de livros e lhe provar, pela escritura, que sua fé na verdade é racional; não é. Se a fé fosse racional, não seria por definição fé. A fé é a crença naquilo que não se pode ver, provar ou tocar. Fé é mergulhar de cabeça e em velocidade total rumo à escuridão. Se de fato conhecêssemos previamente as respostas sobre o sentido da vida, a natureza de Deus e o destino de nossas almas, nossa crença não seria um salto de fé e não seria um corajoso ato de humanidade; seria apenas... uma prudente apólice de seguros.''


[...] Tudo que eu quero é Deus. Quero Deus dentro de mim. Quero Deus brincando na minha corrente sanguínea da mesma forma que a luz se diverte sobre a água.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Amar não é sofrer.

A frase que dá título a esta crônica é óbvia, mas milhares de pessoas não a levam a sério e vivem relações absolutamente torturantes sem conseguir rompê-las. Homens e mulheres preferem abrir mão da própria liberdade para continuar sendo amadas: deixam de ser quem são, deixam de externar suas opiniões, deixam de agir como sua natureza manda, deixam de ser elas mesmas para não perderem seu amor, perpetuando assim uma relação esgotante e dolorosa. Acreditam que amar é ser vítima, que o flagelo emocional faz parte do romance.

Para quem se reconheceu nesse primeiro parágrafo, acaba de ser lançado um livro que vem a calhar: Amores de Alto Risco, do psicólogo, filósofo e professor italiano Walter Riso. Diz ele que de 20% a 30% da população possui um transtorno extremo de personalidade, e se considerarmos os casos moderados, a porcentagem aumenta. São os narcisistas, histriônicos, paranoicos, limítrofes, esquizoides. Pessoas de bem, que trabalham, se apaixonam, casam e têm filhos, mas que são obsessivos, desconfiados ou agressivos num grau muito superior ao que se considera razoável. A literatura psicanalítica tem se debruçado com seriedade sobre esses perfis e sobre as dificuldades que enfrentam, mas pouco se fala sobre seus parceiros: maridos e esposas que possuem uma mente razoavelmente sã e que passam por verdadeiras torturas emocionais no convívio íntimo. A obra do professor me caiu em mãos justo quando acabo de entregar para a editora os originais do meu novo livro de ficção, cuja história também escancara a dor e a loucura de um relacionamento marcado pelo constante conflito.

O amor caótico inspira livros, filmes, letras de música, e quase sempre possui alta carga de erotismo, o que provoca a fantasia de milhares de casais que se arrastam em seu feijão com arroz conjugal. A princípio, viver um amor explosivo parece uma sorte, e não um castigo, só que depois do princípio vem o durante, e esse durante é que enlaça, prende e machuca. Encerrada a euforia inicial, instala-se a rotina exasperante de uma relação doentia, que passa longe da satisfação. Claro que é preciso o esforço de ambos em busca de um ajuste, mas se depois de todas as tentativas ficar claro que a única forma de continuarem juntos é um dos dois se anular e deixar-se consumir, aí é hora de saltar desse trem em movimento. Não é fácil. Aliás, não é nem difícil, é aterrorizante, pois, não esqueçamos, está-se falando de relações onde ainda existe amor.

Nada disso é poético, apenas realista. Amor e dor rimam em samba-canção, mas aqui fora, na vida que se vive, não precisa ser assim. Amar tem que ser uma prática alegre, construtiva, produtiva. Sem neuras, sem engessamento. Concessões fazem parte dos relacionamentos, mas sacrifícios, quem disse? Há quem tenha sua energia vital sugada por um vampiro que se delicia com a resignação da sua presa. Isso é justo? Melhor deixar as ilusões de lado e seguir caminhando. Outro amor pode estar mais adiante, na próxima porta.

Martha Medeiros. 22 de Agosto de 2010.

p.s 
Amo a maioria dos textos dessa escritora sensacional e esse é perfeito!
Parece que ela escreve para mim, e esse veio a calhar com meus momentos, então não poderia deixar de compartilhar isso com vcs! um beijo

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Em ritmo de show ....

Se você, Se você pudesse voltar
Não deixe queimar, Não deixe desaparecer
Tenho certeza de que não estou sendo rude
Mas é apenas sua atitude
Que está acabando comigo
Está arruinando todo dia
Eu jurei, Eu jurei que seria verdadeira
E, querido, você também jurou
Então por que você estava segurando a mão dela?
É assim que ficamos?
Você estava mentindo o tempo todo?
Foi só um jogo para você?

Mas eu estou tão envolvida
Você sabe o quanto sou uma tola por você
Você me tem atada entre seus dedos
Você tem que deixar isso continuar?
Você tem que deixar. Você tem que deixar
Você tem que deixar isso continuar?


Oh, eu pensei tudo de você
Achei que nada pudesse dar errado
Mas eu estava errada
Eu estava errada
Se você, Se você pudesse dar um jeito
De tentar não mentir
As coisas não seriam tão confusas
E eu não me sentiria tão usada
Mas você sempre soube
que eu gostaria de estar com você!


Fonte: http://www.vagalume.com.br/the-cranberries/linger-(traducao).html#ixzz0yPnZUJyP


Linger - The Cranberries.
p.s apesar dessa música ser meia triste é a minha favorita do The Cranberries e eles estão chegando!!!! Uhul
muito ansiosa pra esse dia, já que da última vez não deu pra eu ir no show ver a Dolores pq eu estava fazendo um cruzeiro, que também não é nada mal né ?
Um beijo pra todos e esse feriado promete ;* 





terça-feira, 24 de agosto de 2010

...

''Apesar de te amar eu gostaria que não houvesse amor, pelo menos o meu amor por você. Eu estava ao seu lado, você estava ao meu e isso bastava aos dois. Havia alegria, havia o gostar da companhia e de um estranho modo a gente se pertencia sem se comprometer [...] Acho que era amizade, mas teve que chegar ele, o amor, e bagunçar os desejos trazendo a necessidade do corresponder, para me fazer precisar mais para sentir alegria, me fazer querer mais da tua companhia e o jeito que a gente era, não era mais o jeito que nos bastava. Se eu não te amasse seria ainda tudo igual, sabia ?! Eu gostaria de não gostar para que ainda fosse tudo igual [...] Mas reservar algum espaço na tua vida, um espaço qualquer no qual eu pudesse continuar.''

domingo, 22 de agosto de 2010

Uma caixinha de surpresas chamada vida!


O que acontece quando a vida te prega uma peça daquelas? Quando você não sabe quando, nem por que entrou em determinada ''situação problema'', e pior, não sabe como sair dela e o que fazer em relação a isso. Você passa a questionar tudo a sua volta. As atitudes que tomou no passado, seus sentimentos, seus amigos e as pessoas que fazem parte da sua vida. Principalmente as pessoas. Por que onde quer que você esteja, não importa a gravidade do que estiver enfrentando, as consequências vão sempre para as pessoas. Independente de qualquer caminho que escolha, sempre haverá alguém no meio, e as atitudes que tomar irão afetar de qualquer modo os que estão presentes. Acho que na vida tudo tem um propósito. Tudo serve para acrescentar, nos somar e principalmente nos surpreender. São daí que tiramos as experiências, as lições e histórias que contaremos para nossos netos. Não há como apagar nada. Aconteceu. Nós vivemos. Não sei muito bem como começar, mas há um tempo aconteceu algo na minha vida que hoje me torna mais forte e me faz ver com mais amplitude as coisas que realmente valem a pena. Tudo aconteceu muito rápido. Quando me vi estava dividida. E confesso que tudo isso me pegou de surpresa. Não imaginava que uma onda de sentimentos me invadissem assim, como uma verdadeira tsunami. Se apaixonar é realmente algo terrível, principalmente quando é por alguém que você menos espera. Ao mesmo tempo que vivia um sonho, a minha realidade mostrava que as coisas não iriam ser tão simples assim. Eu não sabia o que fazer. Às vezes eu queria ir embora, sumir. Eu tinha medo de me entregar, eu tinha medo de me afastar, medo de perder o amor, medo de perder minhas amigas. E mais que isso. Eu tinha medo de magoar. De magoar todos. Hoje não me arrependo de nada, nem da atitude que tomei, do caminho que elegi. Penso que de qualquer modo iria acontecer mesmo, mas tive muito medo de perder o que estava sentindo, de deixar ir embora e depois me arrepender. Mas e as pessoas ? O que acontece com elas ? É, percebo fielmente que são poucas as que me encantam. E as minhas amigas entram nesse pequeno seleto grupo. Quando eu pensava que iriam me virar as costas, me banir, me julgar e crucificar, me abriram os braços, passaram por cima. De primeiro momento ficou tudo muito confuso, houve sim julgamento, mas quem não faz isso hoje ? Houve afastamento, mas superamos. Mas houve acolhimento e a certeza que elas estariam ali o tempo todo e que eu poderia contar com elas. Mas sabe o que mais me surpreende nisso tudo? É a atitude da pessoa que eu poderia mais magoar. Que eu magoei, afinal. Eu sei que machucou, mas nunca houve a intenção pois eu me sentia justamente dividida por causa disso, eu não queria feri-la de jeito nenhum, não merecia. Mas eu também não podia negar o que estava acontecendo comigo e isso fugiu de mim e não deu pra controlar por N fatores. Eu tinha medo de me magoar também. A atitude a que me refiro é totalmente admirável, é de se aplaudir de pé. Jamais passou pela minha cabeça que iria ser assim. E hoje eu fico muito feliz e grata por isso.  Obrigada meninas, vocês não fazem ideia o quanto me ajudam por serem assim, pois agora eu preciso mais de vocês do que nunca!  - Marcella Proença.